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Arquivo para janeiro, 2010

E-WASTE – 4 PER CENT OF MUNICIPAL WASTE IN EU

WHAT IS E-WASTE? (map/graphic/illustration)

What is e-waste?

 A growing share of municipal waste contains electronic or electric products. E-waste is one of the fastest growing waste streams and makes up approximately 4 per cent of municipal waste in the European Union. In the US, between 14 and 20 million PC’s become obsolete every year. The picture is similar all over the world and e-waste is increasing steadily.
From http://maps.grida.no/go/graphic/what_is_e_waste

O QUE É LIXO ELETRÔNICO?
 Uma percentagem crescente de resíduos sólidos urbanos contém produtos eletrônicos ou elétricos. Lixo eletrônico é um dos fluxos de resíduos que mais cresce e representa cerca de 4 por cento de resíduos urbanos na União Europeia. Em os E.S entre 14 e 20 milhões de PC’s tornaram-se obsoletos a cada ano. O cenário é semelhante em todo o mundo e lixo eletrônico está aumentando progressivamente.
 fonte: http://www.grida.no/

O Gráfico acima foi desenvolvido pelo GRID (GLOBAL RESOURCE INFORMATION DATA-BASE) um centro da UNEP (United  Nations Environmente Programme – Programa para o meio ambiente das Nações Unidas) mostra a distribuição da porcentagem representada por cada tipo de resíduo dentro da composição do lixo eletrônico (dados de 2006).

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ARICA Y PARINACOTA: POBREZA POR EL AGUA

 

POBREZA POR EL AGUA

*Arnaldo perez Guerra

ALAI, America Latina en Movimiento

El Valle de Lluta, en la Región de Arica y Parinacota, en el extremo norte de Chile, se mantiene en la pobreza “por el agua”. Así lo puntualizan los aymaras. Se trata de la mala calidad del agua y su contaminación. La sanitaria Aguas del Altiplano y la concesionaria Desaliri, vierten agua sin tratar en el río Lluta. Los pequeños agricultores están indignados. No es la primera vez que ocurre un desastre ambiental en el valle. El vertido, resultado del proceso de desalinización que efectúa la concesionaria -según resolución de calificación ambiental de 1999- debía realizarse en el borde costero, pero la empresa la vertía directamente al río, afectando bofedales y cultivos. “Chile firmó, y ya entró en vigencia, el Convenio 169 de la OIT, que contempla la protección del medioambiente en nuestras tierras ancestrales.

 Ahora debiesen respetarse nuestra voz y territorio. Pero nuestro problema del agua no es asumido por las autoridades”, dice Tomás Lara Choque, presidente de la junta de vecinos y secretario de la comunidad indígena de Putre, pueblo prehispánico de 1.203 habitantes, en el extremo noreste de la región, cerca del límite con Bolivia. (mais…)

DIA MUNDIAL DAS ZONAS ÚMIDAS

Dia dois de fevereiro marca o  Dia Mundial das Zonas Úmidas. É a data da adoção da Convenção sobre Zonas Úmidas ocorrida em 2 de fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar  nas margens do Mar Cáspio. Anualmente, desde 1997, agências governamentais, organizações não-governamentais e grupos de cidadãos em todos os níveis da comunidade aproveitam a oportunidade para empreender ações destinadas a sensibilizar a opinião pública do valor das zonas úmidas, dos benefícios em geral, e da Convenção de Ramsar, em particular .
Em Brasilia haverá comemorações alusivas à data.
 
 
 
 

A SLC E O IFC NOS CERRADOS DO MARANHÃO

O IFC, braço financeiro do Banco Mundial, aquele que empresta dinheiro para empresas, acura as suas relações com a sociedade civil como pôde ser visto nos casos dos empréstimos para o grupo Bertin e para a SLC, mas o IFC tabela mais com iniciativas nacionais e pouco tabela com  organizações locais.

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DESTRUCCION DE ALIMENTOS EN URUGUAY

radiomundoreal

Destrucción de alimentos en Uruguay pone sobre el tapete el concepto de Soberanía Alimentaria

En Uruguay, una zafra excepcional en producción de durazno y la consiguiente destrucción de ese alimento, debería poner sobre la mesa la acuciante necesidad de adoptar medidas en torno a la soberanía alimentaria. (mais…)

GDF Suez “PRÊMIO” PEOPLE’S AWARD – Veja vídeo

  Do Amazônia.org

 Quando foi lançada mundialmente a “People´s Award” (Premiação do Público, em tradução livre para o português), na qual os internautas de todos os países votaram nas empresas e organizações que mais desrespeitam o meio ambiente e populações afetadas por suas ações, o grupo francês GDF Suez, pelos impactos e violações de direitos que ocorrem na constução da usina de Jirau, no rio Madeira (RO), figurou entre as favoritas ao título de empresa mais irresponsável do mundo.

 A votação via internet faz parte da premiação internacional Public Eye Awards (“Olho do Público”) e aconteceu até 26 de janeiro, a divulgação do resultado, acontecerá hoje dia 27em Davos, na Suíça.

 Até agora, a GDF Suez está entre as duas mais votadas, com cerca de 5.097 votos.

 IMPACTOS

 De acordo com Roland Widmer, da OSCIP Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, uma das entidades que indicou a GDF Suez para o prêmio Public Eye, “o empreendimento está causando sérios impactos socioambientais.  A eleição da Suez demonstra que, cada vez mais, a sociedade civil cobra o abismo existente entre discurso oficial de empresas e sua atuação efetiva”. (mais…)

ROTINA DESASTROSA

 

A capital de São Paulo não poderia parar. Mas pára, por razões simplesmente impensáveis para um país que se quer de primeiro mundo.

No momento em que o governo federal anuncia milhões de reais para socorrer as vítimas do Haiti, São Paulo em seus 456 anos se afunda em enchentes que já são rotina.

Não que sejamos contra ajudas humanitárias. Ao contrário, se o povo do Haiti pede socorro deve-se ajudá-lo, não se esquecendo entretanto do povo brasileiro que pede também, por motivos parecidos.

Atitudes relativamente simples, poderiam ser tomadas e não o são porquê não rendem dividendos, principalmente eleitorais a políticos apenas focados nas eleições. Entre as medidas que poderiam ser tomadas  podemos citar a concessão de poderes extraodinários a uma Defesa Civil no enfrentamento de desastres climáticos.

Ainda, só para lembrar, temos um ministério (o das Cidades) que deveria dedicar-se a equacionar e resolver os problemas das cidades, evidentemente. Não o faz, tornando-se apenas um cabide de empregos a mais.

 A omissão dos governos municipal, estadual e federal na criação de grupos de trabalho para pelo menos equacionar soluções para um problema que já é crônico e que demandaria muito menos verbas do que programas emergenciais, como o do Haiti, que não são solução para ninguém, não são tomadas por que não atraem os holofotes da mídia.

Igualmente a falta de coordenação de todas as esferas de governo, que deveriam trabalhar em conjunto, para pelo menos minimizar os efeitos das enchentes, também não consta da pauta de medidas a serem tomadas. 

 Nossos políticos igual às mariposas gravitam em torno da mídia, que lhes dá efêmeros  minutos de glória e votos garantidos nas próximas eleições.
À Redação

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