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Arquivo para a categoria ‘CLIMA’

CRISIS CLIMATICA

Mueren 10 millones de personas por año como

consecuencia de la crisis climática. Es la mayor tragedia

de la historia de la humanidad, dice especialista 

Por Camila Queiroz

 “La crisis climática es, sin ninguna duda, la mayor tragedia de la historia de la humanidad. Hoy, ya mueren aproximadamente 10 millones de personas por año como consecuencia de ella. Ni la III Guerra Mundial tendría ese poder de destrucción y hasta de extinguir la civilización”.

El alerta es del consultor y especialista en cambios climáticos del Foro SOS Clima Tierra, Roberto Lennox, durante la conferencia “Emergencia climática, Sustentabilidad y Calentamiento Global: dimensiones geopolítica, técnica, moral, filosófica y espiritual”, pronunciada en Fortaleza, capital del estado nordestino de Ceará, el último día 11. (mais…)

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PROTESTAS EN CHILE CONTRA HYDRES


LA CONSTRUCCIÓN DE 5 PRESAS EN LA PATAGONIA

DESATA UN TORRENTE DE PROTESTAS EN CHILE

La construcción de 5 presas en la Patagonia desata un torrente de protestas en Chile
Imagen: AFP / Martin Bernetti

Con RT/ MSK;

“El agua no se vende”. Este es el lema que une a los miles de manifestantes chilenos que la noche del viernes volvieron a tomar las calles de Santiago para mostrar su rechazo a la aprobación del megaproyecto HidroAysén que prevé la construcción de cinco presas en La Patagonia. (mais…)

BIODIVERSIDAD

En un documento, UNESCO advierte que durante los

últimos 40 años se perdió 30 a 60% de biodiversidad en

el mundo

En el planeta están en riesgo todos los vertebrados, en especial los anfibios, y sólo uno por ciento de los ecosistemas marinos está protegido, señaló.

En los últimos 40 años, el número de especies de vertebrados en el mundo ha disminuido en 30 por ciento y en las zonas tropicales, la cifra llega hasta 60 por ciento, advirtió la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO). (mais…)

DESASTRES NATURAIS

Aumenta o risco de desastres ligados a eventos naturais

por Sérgio Abranches, do Ecopolítica

Nos últimos sete anos, experimentamos desastres relacionados a eventos extremos em todas as partes do mundo. Nesse período, não houve um só ano sem registro de desastres de grandes proporções. Uma parcela significativa é de desastres associados a eventos climáticos extremos. Ainda assim, os países em geral têm investido pouco em prevenção de desastres e redução de riscos. Vários estudos estão indicando aumento do risco de desastres, principalmente associados ao clima em mutação. Examinando essas tendências dá para ver como nossa agenda política está na contramão, afrouxando padrões, quando deveríamos estar mudando de padrões.

Ao longo da última década, o número de desastres parece ter ficado relativamente constante, embora haja indicações de incremento significativo de sua intensidade. A mortalidade está em queda, mas as perdas econômicas e patrimoniais estão em alta. É o que constata o programa das Nações Unidas para redução de desastres.

Não existe desastre natural, existem riscos naturais. Os desastres decorrem da interação entre o fenômeno natural, o ambiente construído pelo ser humano e o ambiente social. Ou seja, o desastre é uma combinação entre o grau de risco associado a eventos naturais, o grau de exposição das pessoas a esses eventos e o grau de vulnerabilidade em que essas pessoas e seu ambiente físico (construído) e social se encontram.

Esta semana, em Genebra, representantes de 175 governos, especialistas e ONGs estarão discutindo redução de risco de desastres, em reunião da Plataforma Global para a Redução de Risco de Desastres, da ONU. Além dos documentos técnicos e depoimentos, as delegações se debruçarão sobre dois relatórios importantes: o “Relatório de Avaliação Global sobre Redução de Riscos de Desastres” (GAR 2011), de responsabilidade da UNISDR – Estratégia Internacional para Redução de de Riscos de Desastres das Nações Unidas; e o “Visões da Linha de Frente” (“Views from the Frontline”) da Rede Global para Redução de Desastres, uma rede de organizações da sociedade civil.

A proporção do PIB mundial exposto a ciclones tropicais, por exemplo, aumentou de 3,6%, nos anos 1970, para 4,3%, na primeira década deste século. O relatório da ONU mostra, também, que “o risco extensivo de hoje, pode se tornar o risco intensivo de amanhã”. Em outras palavras, os riscos de alta frequência, de baixa severidade e disseminados por todo o território do país podem aumentar de intensidade no futuro. Das perdas causadas por desastres extensivos, ou seja, decorrentes de eventos de alta frequência e baixa severidade, quase 97% estão associados a eventos climáticos. Esses desastres extensivos têm baixo índice de fatalidade, porém são responsáveis por elevada proporção de danos à infra-estrutura local, às habitações e à qualidade de vida de domicílios e comunidades de baixa renda.

Desde o ano de 1970 houve pouca mudança, por exemplo, no número de ciclones tropicais. Mas o número de ciclones de categorias 1 e 2 tem diminuído e o de clicones mais severos, categorias 4 e 5, tem aumentado. Cresceu o número de países atingidos. A maior intensidade aumenta o alcance das tempestades. O crescimento da população, a maior urbanização e o aumento das edificações e moradias, aumenta a população exposta – portanto o risco de desastre – e as perdas econômicas.

Ao mesmo tempo, melhorou a capacidade de relatar desastres por parte dos países e aumentou o acesso às informações. Esse aumento da exposição com a melhoria do monitoramento, está reduzindo a brecha existente entre o número de desastres detectados por monitoramento remoto. É o que mostra o gráfico abaixo. A importância disso é que aumenta a consciência local sobre o risco de desastres, o que pode levar a mais investimentos em prevenção e redução. Por enquanto nem os avanços em governança, nem os investimentos em defesa civil têm sido suficientes.

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CHINA – O CUSTO DO DESENVOLVIMENTO A QUALQUER PREÇO

Cinco problemas ambientais da China que você não

conhecia

Das melancias “explosivas” às secas severas e tempestades de areia, conheça cinco problemas ambientais que assolam a 2ª maior economia do mundo

 1 – Tempestades de areia cobrem de pó cidades inteiras

 

São Paulo – Todo ano, a cena se repete. Toneladas de areia invadem as cidades chinesas, cobrindo as ruas com nuvens alaranjadas de pó. Aos habitantes, a recomendação do governo é de que cubram o rosto e, se possível, fiquem em casa, com portas e janelas fechadas. Vindas do deserto de Gobi, as tempestades de areia chegam sempre que o tempo está árido, com baixa precipitação.
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TORNADOS NOS EUA JÁ DEIXAM MAIS DE UMA CENTENA DE MORTOS

Número de mortos por tornados sobe para

125 nos EUA

Número de mortos por tornado nos EUA sobe para 123

Número de mortos por tornado nos EUA sobe para 123 (reuters_tickers)

Do SwissInfo

Por Elliott Blackburn e Megan Gates

JOPLIN, Estados Unidos (Reuters) – O número de mortos pelo enorme tornado que atingiu Joplin, no Missouri, subiu para 125 na quarta-feira, e tornados na madrugada em Estados norte-americanos vizinhos causaram a morte de ao menos mais 13 pessoas. (mais…)

TORNADO DEIXA MORTOS NO MISSOURI

Tornado deixa ao menos 89 mortos nos EUA

Foto imagem 'Raio e Tornado'

Veja video – http://www.bbc.co.uk/emp/10player.swf?revision=18269_21576

Pelo menos 89 pessoas foram mortas pela passagem de um tornado pela cidade de Joplin, no Estado americano do Missouri, segundo autoridades locais. (mais…)