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Posts marcados ‘DESASTRES’

AS USINAS NUCLEARES NA MITOLOGIA GREGA

Pandora e Stradivarius

Do Correio do Brasil

Por Frei Betto

Conta o mito grego que Epimeteu ganhou dos deuses uma caixa que continha todos os males. Advertiu a mulher, Pandora, que de modo algum a abrisse. Mordida pela curiosidade, ela desobedeceu e os males escaparam.

Hoje, uma das caixas de Pandora mais ameaçadoras são as usinas nucleares – 441 em todo o mundo. Por mais que os Epimeteu das ciências e dos governos apregoem serem seguras, os fatos demonstram o contrário. As mãos de Pandora continuam a provocar vazamentos. (mais…)

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DESASTRES NATURAIS

Aumenta o risco de desastres ligados a eventos naturais

por Sérgio Abranches, do Ecopolítica

Nos últimos sete anos, experimentamos desastres relacionados a eventos extremos em todas as partes do mundo. Nesse período, não houve um só ano sem registro de desastres de grandes proporções. Uma parcela significativa é de desastres associados a eventos climáticos extremos. Ainda assim, os países em geral têm investido pouco em prevenção de desastres e redução de riscos. Vários estudos estão indicando aumento do risco de desastres, principalmente associados ao clima em mutação. Examinando essas tendências dá para ver como nossa agenda política está na contramão, afrouxando padrões, quando deveríamos estar mudando de padrões.

Ao longo da última década, o número de desastres parece ter ficado relativamente constante, embora haja indicações de incremento significativo de sua intensidade. A mortalidade está em queda, mas as perdas econômicas e patrimoniais estão em alta. É o que constata o programa das Nações Unidas para redução de desastres.

Não existe desastre natural, existem riscos naturais. Os desastres decorrem da interação entre o fenômeno natural, o ambiente construído pelo ser humano e o ambiente social. Ou seja, o desastre é uma combinação entre o grau de risco associado a eventos naturais, o grau de exposição das pessoas a esses eventos e o grau de vulnerabilidade em que essas pessoas e seu ambiente físico (construído) e social se encontram.

Esta semana, em Genebra, representantes de 175 governos, especialistas e ONGs estarão discutindo redução de risco de desastres, em reunião da Plataforma Global para a Redução de Risco de Desastres, da ONU. Além dos documentos técnicos e depoimentos, as delegações se debruçarão sobre dois relatórios importantes: o “Relatório de Avaliação Global sobre Redução de Riscos de Desastres” (GAR 2011), de responsabilidade da UNISDR – Estratégia Internacional para Redução de de Riscos de Desastres das Nações Unidas; e o “Visões da Linha de Frente” (“Views from the Frontline”) da Rede Global para Redução de Desastres, uma rede de organizações da sociedade civil.

A proporção do PIB mundial exposto a ciclones tropicais, por exemplo, aumentou de 3,6%, nos anos 1970, para 4,3%, na primeira década deste século. O relatório da ONU mostra, também, que “o risco extensivo de hoje, pode se tornar o risco intensivo de amanhã”. Em outras palavras, os riscos de alta frequência, de baixa severidade e disseminados por todo o território do país podem aumentar de intensidade no futuro. Das perdas causadas por desastres extensivos, ou seja, decorrentes de eventos de alta frequência e baixa severidade, quase 97% estão associados a eventos climáticos. Esses desastres extensivos têm baixo índice de fatalidade, porém são responsáveis por elevada proporção de danos à infra-estrutura local, às habitações e à qualidade de vida de domicílios e comunidades de baixa renda.

Desde o ano de 1970 houve pouca mudança, por exemplo, no número de ciclones tropicais. Mas o número de ciclones de categorias 1 e 2 tem diminuído e o de clicones mais severos, categorias 4 e 5, tem aumentado. Cresceu o número de países atingidos. A maior intensidade aumenta o alcance das tempestades. O crescimento da população, a maior urbanização e o aumento das edificações e moradias, aumenta a população exposta – portanto o risco de desastre – e as perdas econômicas.

Ao mesmo tempo, melhorou a capacidade de relatar desastres por parte dos países e aumentou o acesso às informações. Esse aumento da exposição com a melhoria do monitoramento, está reduzindo a brecha existente entre o número de desastres detectados por monitoramento remoto. É o que mostra o gráfico abaixo. A importância disso é que aumenta a consciência local sobre o risco de desastres, o que pode levar a mais investimentos em prevenção e redução. Por enquanto nem os avanços em governança, nem os investimentos em defesa civil têm sido suficientes.

1181 Aumenta o risco de desastres ligados a eventos naturais

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ESSAY: OILSPILL

Big Business and the Environment:


Different Conditions, Different Outcomes

One of the biggest struggles our generation faces today is finding the balance between satisfying the interests of big business and those of environmentalists.  Often times, there is no room for compromise.  In this chapter of Jared Diamond’s book Collapse: How Societies Choose to Fail or Succeed, the famous scientist, author, and UCLA professor delves into the business practices and motives of several “extraction” industries: oil, hardrock mining and coal, logging, and marine fishing. (mais…)

DESASTRES NATURAIS

Custo das catástrofes naturais explode

Na cidade japonesa de Kesennuma, os escombros das casas destruídas pelo tsunami.

Na cidade japonesa de Kesennuma, os escombros das casas destruídas pelo tsunami. (Keystone)

Por Simon Bradley, swissinfo.ch


O risco de ser morto por um furacão ou uma inundação é menor hoje do que há 20 anos. No entanto, os custos das catástrofes naturais explodiram.

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CEPERJ MONTARÁ NÚCLEO EM TERESÓPOLIS

Teresópolis ganha Núcleo Emergencial de apoio

técnico

Do Correio do Brasil

Por Redação, com ARN – do Rio de Janeiro

Áreas atingidas pelas fortes chuvas em Teresópolis

Teresópolis será o primeiro dos municípios da Região Serrana devastados pelas chuvas de janeiro a receber apoio técnico da Fundação Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro). (mais…)

MUNDO MOBILIZA-SE PARA AJUDAR VÍTIMAS

Suíça quer ajudar na prevenção de novas catástrofes

Ajuda da Suíça também irá para outras cidades da região, como Teresópolis

Ajuda da Suíça também irá para outras cidades da região, como Teresópolis (Keystone)

Por Fernando Hirschy, swissinfo.ch


 

Uma semana após o temporal que destruiu as cidades da região serrana do Rio, a população tenta se acostumar com a nova rotina no meio dos escombros.

Enquanto isso, autoridades brasileiras e internacionais se mobilizam para prestar auxílio às vítimas e evitar que a tragédia se repita.

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INUNDACIONES EN BRASIL

LAS INUNDACIONES EN BRASIL SIGUEN

ARRASANDO EL PAÍS

Al menos 35 muertos por inundaciones en Brasil
Imagen: AFP/ Evaristo Sa

Con RT

Las inundaciones en Brasil, consideradas ya como la mayor catástrofe natural de la historia de la región, ya se han cobrado las vidas de más de 400 personas y este número sigue creciendo día a día. (mais…)